Geninha da Rosa Borges and Sir. Diego Albuck "Do not be anybody but yourself in a world that is striving day and night to make it equal to all, is to comabt the worst battles of every human being can face and never stop fighting.” E.E. Cummings
Essa semana alguém me disse : “Você deveria parar de escrever um pouco sobre teatro e experimentar outros assuntos”. Nesse dia 21 de março de 2009 é comemorado o dia do Teatro Amador e nada melhor do que falar do nosso teatro pernambucano. O Teatro de Amadores de Pernambuco é a companhia teatral composta exclusivamente por atores amadores com mais tempo de atuação ininterrupta no Brasil. Fundado por Valdemar de Oliveira, nasceu a partir de um grupo de atores do Recife, o Grupo Gente Nossa, criado em 2 de agosto de 1931 por Samuel Campelo. Na época, um dos seus maiores desafios foi o combate ao preconceito. Isto porque atores e atrizes não eram bem vistos pela sociedade. Os primeiros, não tinham classificação social e, as segundas, eram consideradas como possuidoras de comportamento suspeito. E, para piorar as coisas, o teatro era considerado como uma arte baixa. Mesmo diante dessas circunstâncias, Valdemar de Oliveira jamais se intimidou: decidiu convocar somente os médicos e as suas respectivas esposas para integrar o elenco do espetáculo que se propunha a montar. Esse teatro revelou vários artistas, mas só me deterei a Geninha da Rosa Borges (A primeira dama do teatro pernambucano) que sua primeira aparição se deu na peça Primeirose, no TAP. Isso em 1941, no Teatro de Santa Isabel. Além de ser atriz no TAP, como se não bastasse, dirigiu 22 peças e excursionou o Teatro de Amadores para todo o Brasil. Geninha possui a maior coleção de prêmios e troféus já atribuídos a uma atriz no Recife. Mas o que tem o Teatro de Amadores, Waldemar de Oliveira, Geninha da Rosa Borges e o aprendiz Diego Albuck? Como diz o poema de E.E. Cummings: “Não ser ninguém exceto você mesmo num mundo que se esforça dia e noite para torná-lo igual a todo mundo é lutar a pior das batalhas que todo ser humano pode enfrentar e nunca deixar de lutar”. Falar de teatro é perpassar a história, porque essa arte representa os pensamentos, os sentimentos e as ações do homem universal. Então poderia dizer que hoje em que se comemora o dia universal do teatro se festeja o dia universal da humanidade.
Referências Bibliográficas
Fundaj - http://www.fundaj.gov.br
TAP - www.tap.org.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_de_Amadores_de_Pernambuco
Livro Geninha Total de Maria do Carmo Barreto Campello de Melo
2 comentários:
parabéns amigo cada vez que escreves melhoras um pouco mais sua produção de texto , dessa vez abordasse um tema que é precizo ser abordado sempre a busca de seus objetivos .
"Se escreve bem quando se escreve sobre o que se sabe"
Não sei se já usei essa frase em algum comentário aqui do Blog mas cabe perfeitamente a esse texto.
Por que Diego não falar de Teatro???
Um nasceu para o outro, ambos andam lado a lado para conquistar pessoas e provocar.
Provocar, eis um verbo interessante...
Bem isso tanto Diego quanto o teatro sabem fazer muito bem.
E se se sabe fazer bem algo, porque colocar tudo debaixo do tapete, eliminar o talento, esconder a verdadeira face apenas para agradar a outrem?
Isso é complexo de inferioridade perante a sociedade!! É não saber o que fazer e só fazer para que os outros vejam, comentem, façam.
Não!! Essa não é a atitude de Diego e muito menos do teatro!!
Essa não é a atitude de alguém que tenha algum propósito de vida, pois quando se tem luta-se por aquilo e não interessa a quem agradar. Doa a quem doer...
Um grande abraço e mais um Viva e um Bravo ao grande Diego Albuck
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