sábado, 25 de julho de 2009
TUDO NOVO DE NOVO – I DO NOT HOOK UP
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Shattered Glass – Canção da Amizade "quebrada"
“Amigo é coisa para se guardar... dentro do coração... assim falava a canção da América.”
Sócrates fala da amizade de uma forma bem direta: “Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.”
Mas, porque falar desse tema tão abrangente que é a amizade, talvez porque ela seja um PRESENTE DE DEUS ou DEUS DEMOROU UM POUCO MAIS DE TEMPO PARA FAZÊ-LA? Decerto não se sabe ao certo defini-la, visto que ela seja um sentimento indefinível, mas totalmente definidor.
Quem nunca teve um amigo ao certo nunca pode experimentar o quão bom é ter pessoas ao seu redor demonstrando todos os dias o carinho e a afeição que nos fazem sentir pessoas melhores. Mas e quando você comete um erro indesculpável, ou melhor, entoa palavras soltas que se desenham como um vidro quebrado (Shattered Glass)? É muito difícil voltar atrás, pois as palavras têm muito poder e como já diz o ditado “Palavras ditas não voltam atrás”. A recomendação necessária é a conversa, porque num diálogo tudo se clarifica. Entretanto quando todos os esforços se esgotaram a melhor sugestão é o provérbio popular: “Nunca foi um bom amigo quem por pouco quebrou a amizade.” Por isso, se tiverem amigos o valorizem, uma vez que já dizia Vinicius de Moraes em seu poema:
“Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências... A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer... Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos! A gente não faz amigos, reconhece-os.”
E segue abaixo a tradução da música “Mirror Mirror” da dupla norte-americana M2M que expressa muito o que sinto nesse momento.
ESPELHO, ESPELHO

Espelho, espelho meu, minta para mim
Me mostre o que eu quero ver
Espelho, espelho meu, minta para mim
Porque eu não gosto do garoto que vejo?
O que está parado bem na minha frente
Porque eu não penso antes de falar? (De falar)
Eu deveria ter dado ouvidos para aquela voz dentro de mim
Eu devo ser burro, devo estar louco, devo estar fora de mim
Para dizer aquele tipo de coisas que disse a tarde passada
Espelho, espelho pendurado na parede
Você não precisa me dizer
Quem é o maior tolo de todos
Espelho, espelho meu, eu gostaria que você pudesse mentir para mim
E trazer minha auto-estima de volta
Trazer ela de volta para mim
Espelho, espelho meu, minta para mim
Me mostre o que eu quero ver
Espelho, espelho meu, minta para mim
Porque eu te deixei ir embora?
Quando tudo o que eu tinha que dizer era "me desculpe"
Eu deixei meu orgulho ficar no caminho (ficar no caminho)
E no calor do momento, eu fui o culpado
Eu devo ser burro, devo estar louco, devo estar fora de mim
Para dizer aquele tipo de coisas que disse a tarde passada
Se apenas se os desejos pudessem se tornar sonhos
E todos os meus sonhos viessem a se tornar realidade
Então aqui estaria dois de nós parados aqui na sua frente
Se você pudesse me mostrar a pessoa que eu costumava ser
E trazer minha auto-estima de volta
Espelho, espelho meu
Você não precisa me dizer
Quem é o maior tolo de todos
Eu sou o maior tolo de todos.
Obs: Nunca ouvi uma música da qual eu não fiz paródia que falou tanto de mim assim.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
O PREÇO DA FAMA


Por que as pessoas que se destacam sempre são julgadas? Alguém já disse: “Prego que se destaca merece martelada”, “Todo mundo tem um lugar ao sol”. O mundo acadêmico é um mundo muito injusto, pois os alunos que se destacam sempre pagam o preço da perseguição. Seja em Biologia, Letras, Artes alguém sempre tem que pagar. Preço da Fama ou da Inteligência? Inveja ou apenas Críticas? Perguntas que pairam a minha mente. Nada melhor do que falar do grande Biólogo Marcos Tavares (Mark) e o aspirante a dramaturgo Diego Albuck que sofrem essas represálias por apenas fazerem o que gostam. Por isso fiz uma paródia da música "I WANNA IT ALL" do filme High School Musical 3 KKKKKKK.
Nós queremos TUDO
Mark: Imagine ter tudo
que sempre sonhamos
Você não quer isso?
Albuck: Talvez
Mark: Você não consegue ver isso?
Albuck: Mais ou menos
Mark: Imagine nosso mestrado após a faculdade
Eu consigo o primeiro lugar!
Albuck: Um lugar para mim?
Mark: Mas é claro!
Albuck: Certo!
Mark: Você tem que acreditar nisso!
Albuck: Continue falando...
Mark: Você e eu, toda a fama
Albuck: Mark e... qual é o nome dele?
Mark: Não é emocionante?
Albuck: Tentandor...
Mark: Vamos fazer isso, então
Albuck: Escutando...
Mark: Estilista, agente e imprensa
Albuck: Mas aonde eu entro nisso?
Mark: Com você podemos ganhar!
Albuck: Ganhar um papel?
Mark: Pense maior!
Albuck: Virar astros intelectuais!
Mark: Isso é melhor!
Você não vê que maior é melhor
e melhor é maior
O pouco nunca é o suficiente
Não, não, não!
[Chorus 1]
Mark and Albuck:
Eu quero tudo, eu quero,eu quero,eu quero
A fama, a fortuna, e muito mais
Eu quero tudo,eu quero,eu quero,eu quero
Eu quero que ter uma estrela na porta
Eu quero o mundo, nada menos, toda a riqueza e a imprensa
Sempre recebendo as melhores críticas.
Cante!
Eu quero tudo
Eu quero, eu quero, yeah
Meu nome no Hall da Ciência e da Arte
Eu quero tudo!
Mark: Você não vê isso?
Albuck: É...
Mark: Eles vão me amar!
Albuck: Ahum
Mark: Quer dizer, nós
Tapete vermelho, autográfos, os fãs esperando do lado de fora
Albuck: Eu estou com ele, não me pare, eu não sou paparazzi
Mark: Convites, festas
Albuck: Revistas
Mark: Sim, por favor
Mark and Albuck: Vamos ser celebridades!
Mark: Fotografias, fanclubes, daremos aos outros o que eles amam
Agora você está animado!
Albuck: Eu gostei disso
Mark: Então vamos fazer isso!
Albuck: Yeah!
Mark e Albuck: Prêmio Verde, ANPOLLS, ABL e CFBIO são melhores
Mark and Albuck: New York hoje, o mundo amanhã!!
Albuck: Artigos publicados
Mark: Pensa maior!
Albuck: E o Oscar vai para...
Mark: Isso é melhor!
Mark and Albuck:
Você não vê que maior é melhor
e melhor é maior
Um pouquinho nunca é o suficiente
Não, não, não!
[Chorus 2]
Mark and Albuck:
Eu quero tudo, eu quero,eu quero,eu quero
A fama, a fortuna, e muito mais
Eu quero tudo, eu quero,eu quero,eu quero
E tenho que ter uma estrela em minha porta
Eu quero o mundo, nada menor, toda a riqueza e a imprensa
Sempre recebendo as melhores críticas.
Eu quero,eu quero, eu quero, The Oprah Winfrey Show
Eu quero tudo!
Albuck:
Aqui nós brilharemos, olhe para quem nós somos!
Mark:
Quando Broadway souber o nosso nome
Mark and Albuck:
Nós viramos ASTROS!!!
Just Dance!
Albuck: Cia de Teatro de Londres!!
Mark: Eles te amam
Albuck:Obrigado!!
Obrigado a todos!!!
Joana ( A empregada): Jô Soares no telefone... De Novo!
Ele quer vocês no programa dele
Eles te ligam depois
Mark and Albuck:
Eu quero tudo, eu quero,eu quero,eu quero
A fama, a fortuna, e muito mais
Eu quero tudo, eu quero,eu quero,eu quero
E tenho que ter uma estrela em minha porta
Eu quero o mundo, nada menor, toda a riqueza e a imprensa
Sempre recebendo as melhores críticas.
Eu quero,eu quero, eu quero, Salvar o Planeta, Brilhar no Teatro, o Hall da FAMA
Eu quero tudo!
EU QUERO TUDO!
Mark: Paris!
Albuck: Londres!
Mark: Roma!
Albuck: Toronto!
Mark: L.A.!
Albuck: Sidney!
Mark: Buenos Aires!
Albuck: Tokio!
Mark: Amazônia!
Albuck: Aff!!
Mark: O que foi?! Moscou!
Albuck: Hollywood!
Mark and Albuck: NEW YORK CITY!!!!!!!!!!!!!
NÓS QUEREMOS TUDO!
sexta-feira, 27 de março de 2009
O TEATRO BRASILEIRO NO MUNDO - DIA MUNDIAL DO TEATRO E CIRCO
O teatrólogo brasileiro Augusto Boal foi homenageado pela UNESCO no dia vinte e cinco de março de 2009, em Paris, em evento que comemora o Dia Mundial do Teatro (27 de março). A cerimônia aconteceu na Maison Fontenoy, em Paris. O evento teve participação dos membros do International Theatre Institute - ITI, do qual o Brasil é integrante. Além do discurso de Boal, foi exibido um vídeodocumentário sobre a atuação do Centro de Teatro do Oprimido no Brasil e no mundo. Houve também a exposição de fotos de alguns de seus trabalhos em diversas partes do mundo, a celebração da data também apresentou a peça "O cozinheiro disse para o coelho: vamos preparar o jantar?", de seu filho, Julián Boal.
Hoje também se comemora o Dia do Circo. A data foi escolhida para homenagear o palhaço brasileiro Piolin, que nasceu em 27 de março de 1897, na cidade de Ribeirão Preto (SP). Além de palhaço, Piolin era um grande ginasta e equilibrasta. Piolin foi também nome da primeira escola de circo do Brasil, criada em São Paulo, em 1977. Funcionava no estádio do Pacaembu.
Os palhaços de circo têm uma data especial: dia dez de dezembro o país comemora o Dia do Palhaço.
Para comemorar esse dia marcado para a história deixo o discurso deixado pelo novo embaixador mundial do teatro, Augusto Boal:
“Todas as sociedades humanas são espetaculares no seu cotidiano, e produzem espetáculos em momentos especiais. São espetaculares como forma de organização social, e produzem espetáculos como este que vocês vieram ver.
Mesmo quando inconscientes, as relações humanas são estruturadas em forma teatral: o uso do espaço, a linguagem do corpo, a escolha das palavras e a modulação das vozes, o confronto de ideias e paixões, tudo que fazemos no palco fazemos sempre em nossas vidas: nós somos teatro!
Não só casamentos e funerais são espetáculos, mas também os rituais cotidianos que, por sua familiaridade, não nos chegam à consciência. Não só pompas, mas também o café da manhã e os bons-dias, tímidos namoros e grandes conflitos passionais, uma sessão do Senado ou uma reunião diplomática --tudo é teatro.
Uma das principais funções da nossa arte é tornar conscientes esses espetáculos da vida diária onde os atores são os próprios espectadores, o palco é a plateia e a plateia, palco. Somos todos artistas: fazendo teatro, aprendemos a ver aquilo que nos salta aos olhos, mas que somos incapazes de ver tão habituados estamos apenas a olhar. O que nos é familiar torna-se invisível: fazer teatro, ao contrário, ilumina o palco da nossa vida cotidiana.
Em setembro do ano passado fomos surpreendidos por uma revelação teatral: nós, que pensávamos viver em um mundo seguro apesar das guerras, genocídios, hecatombes e torturas que aconteciam, sim, mas longe de nós em países distantes e selvagens, nós vivíamos seguros com nosso dinheiro guardado em um banco respeitável ou nas mãos de um honesto corretor da Bolsa --nós fomos informados de que esse dinheiro não existia, era virtual, feia ficção de alguns economistas que não eram ficção, nem eram seguros, nem respeitáveis. Tudo não passava de mau teatro com triste enredo, onde poucos ganhavam muito e muitos perdiam tudo. Políticos dos países ricos fecharam-se em reuniões secretas e de lá saíram com soluções mágicas. Nós, vítimas de suas decisões, continuamos espectadores sentados na última fila das galerias.
Vinte anos atrás, eu dirigi Fedra de Racine, no Rio de Janeiro. O cenário era pobre; no chão, peles de vaca; em volta, bambus. Antes de começar o espetáculo, eu dizia aos meus atores: - 'Agora acabou a ficção que fazemos no dia-a-dia. Quando cruzarem esses bambus, lá no palco, nenhum de vocês tem o direito de mentir. Teatro é a Verdade Escondida'.
Vendo o mundo além das aparências, vemos opressores e oprimidos em todas as sociedades, etnias, gêneros, classes e castas, vemos o mundo injusto e cruel. Temos a obrigação de inventar outro mundo porque sabemos que outro mundo é possível. Mas cabe a nós construí-lo com nossas mãos entrando em cena, no palco e na vida.
Assistam ao espetáculo que vai começar; depois, em suas casas com seus amigos, façam suas peças vocês mesmos e vejam o que jamais puderam ver: aquilo que salta aos olhos. Teatro não pode ser apenas um evento --é forma de vida!
Atores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma!"
Referências Bibliográficas: UNESCO no BRASIL, Folha Online, G1Brasil Notícias
domingo, 22 de março de 2009
CONVERSAS DE MSN
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Victor: Desenvolva
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Victor: PTC
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Diego: Manoel
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Victor: Jordão
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Victor: Anão
Diego: Conceição
Victor: Baixaria
Diego: UFRPE
Victor: Elite
Diego: UPE
Victor: Interior
Diego: Rural
Victor: Nazaré
Diego: Mata
Victor: Maconha
Diego: Reggae
Victor: Bob
Diego: Marley
Victor: Cantor
A conversa termina quando se repete o pensamento !!!!
Diálogo entre Victor Batista e o Sir. Diego Albuck realizado no dia 22 de março de 2009.
sábado, 21 de março de 2009
NUNCA DESISTA DE SONHAR – AMADORISMO E O DIA UNIVERSAL DO TEATRO
Geninha da Rosa Borges and Sir. Diego Albuck "Do not be anybody but yourself in a world that is striving day and night to make it equal to all, is to comabt the worst battles of every human being can face and never stop fighting.” E.E. Cummings
Essa semana alguém me disse : “Você deveria parar de escrever um pouco sobre teatro e experimentar outros assuntos”. Nesse dia 21 de março de 2009 é comemorado o dia do Teatro Amador e nada melhor do que falar do nosso teatro pernambucano. O Teatro de Amadores de Pernambuco é a companhia teatral composta exclusivamente por atores amadores com mais tempo de atuação ininterrupta no Brasil. Fundado por Valdemar de Oliveira, nasceu a partir de um grupo de atores do Recife, o Grupo Gente Nossa, criado em 2 de agosto de 1931 por Samuel Campelo. Na época, um dos seus maiores desafios foi o combate ao preconceito. Isto porque atores e atrizes não eram bem vistos pela sociedade. Os primeiros, não tinham classificação social e, as segundas, eram consideradas como possuidoras de comportamento suspeito. E, para piorar as coisas, o teatro era considerado como uma arte baixa. Mesmo diante dessas circunstâncias, Valdemar de Oliveira jamais se intimidou: decidiu convocar somente os médicos e as suas respectivas esposas para integrar o elenco do espetáculo que se propunha a montar. Esse teatro revelou vários artistas, mas só me deterei a Geninha da Rosa Borges (A primeira dama do teatro pernambucano) que sua primeira aparição se deu na peça Primeirose, no TAP. Isso em 1941, no Teatro de Santa Isabel. Além de ser atriz no TAP, como se não bastasse, dirigiu 22 peças e excursionou o Teatro de Amadores para todo o Brasil. Geninha possui a maior coleção de prêmios e troféus já atribuídos a uma atriz no Recife. Mas o que tem o Teatro de Amadores, Waldemar de Oliveira, Geninha da Rosa Borges e o aprendiz Diego Albuck? Como diz o poema de E.E. Cummings: “Não ser ninguém exceto você mesmo num mundo que se esforça dia e noite para torná-lo igual a todo mundo é lutar a pior das batalhas que todo ser humano pode enfrentar e nunca deixar de lutar”. Falar de teatro é perpassar a história, porque essa arte representa os pensamentos, os sentimentos e as ações do homem universal. Então poderia dizer que hoje em que se comemora o dia universal do teatro se festeja o dia universal da humanidade.
Referências Bibliográficas
Fundaj - http://www.fundaj.gov.br
TAP - www.tap.org.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_de_Amadores_de_Pernambuco
Livro Geninha Total de Maria do Carmo Barreto Campello de Melo
domingo, 15 de março de 2009
QUOD ME NUTRIT ME DESTRUIT
O amor é uma qualidade que toda a humanidade possui. É meramente impossível dizer que o humano não possui a habilidade de amar. Quem nunca amou sem ser amado? Quem nunca fez algo para demonstrar todo o seu amor e não fora correspondido? Em O Banquete de Platão, há uma citação sobre a virtude do amor ligada a ausência do objeto amado. Esse amor é chamado, segundo a mitologia grega, de Eros. Esse sentimento é mais centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa ao invés de seus atributos físicos.Mesmo com uma concepção grega de que o amor platônico seria uma pederastia, numa definição mais atual ele seria um relacionamento amoroso entre um ser do sexo masculino e do sexo feminino, em que o sexo não acontece ou vice-versa. Como afirma a psicanalista Heidi Tabacof, esse amor revela uma dose de imaturidade emocional, à medida que nunca experimenta os limites e frustrações de uma relação concreta. Psiquicamente ele reproduz o amor infantil pelos pais, vistos como figuras perfeitas e supervalorizadas, diz a doutora. Esse amor traz um paradoxo por ser irracional; ousado e imprudente. É um amor anti-social que nos desvia para um mundo contraditório, pois crer que amamos porque devemos amar e que a pessoa amada tem qualidades porque deve ter. A cegueira e a surdez são sintomas evidentes desse sentimento. Platão defendia que esse amor nunca devia ser concretizado, por ser intangível, uma vez que consumado apareceria os defeitos que antes não surgira no artefato da perfeição (ser amado). Para reforçar e exemplificar este artigo, abaixo contém dois textos um de Clarice Lispector e outro da Ingrid Souza que remetem a esse assunto:
“Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.” CLARICE LISPECTOR
Um sentimento quase infantil!
"Como você falou que deveria ser:
Nós dois esqueceremos a brisa.
Até conhecer uma nova pessoa."
"Quanto mais você muda, menos você sente por mim."
"Como eu queria, como eu queria que você estivesse aqui."
"Se eu pudesse ser quem você gostaria!"
"Quod me nutrit me destruit." INGRID SOUZA
sábado, 14 de março de 2009
Toda mulher esconde uma "AMY" dentro de si


Desde criança ouvi uma marchinha de carnaval – “Ouvi dizer que em uma mulher não se bate nem com uma flor”, num jardim onde existe uma “Amy” diria que seria da família “Nepenthaceae”, pois homens despreparados caem nas armadilhas e nos diálogos dessa mulher aleivosa. Mas, como reconhecer uma Amy? O vídeo revela com muita prioridade, elas sempre estão bem vestidas, as classificaria como: donas de casa, esposas fiéis, cristãs evangélicas (Opss I did it again!!!), enfim são lobas na pele de cordeiros. Vale ressaltar que não são todas, pois existem mulheres de fibra e que não se entregam a essa vida mundana, com isso espero que todos que leiam entendam “My prerogative”. Todavia quem cai na lábia de uma “Amy” parece que vive um “Blackout”, pois este é o sintoma na visão masculina. Esses homens inocentes não conseguem escapar dessa madame “Toxic”,elas são como presas/amarras difíceis de escapar,advirto que “I´m not that innocent”.
Contudo, sei que é perceptível que a vida sexual sempre foi um tabu para as mulheres que sofreram e ainda sofrem represálias por quererem se afirmar sexualmente, onde segundo o catolicismo foram feitas apenas para serem genitoras. Entretanto a banalização sexual, ou melhor, o “Circus” está de uma forma totalmente sem pudor, sendo um pouco mais específico “In the Zone”. O que incomoda é a propagação de santidade exalada nelas, ou seja, a falsidade/ verdade não declarada. Por isso, Britney vem mostrar que dentro dessas mulheres existe uma “Amy” louca para ser despertada e ainda expõe seus modos, lugares onde frequentam entre outros. Por tudo isso, esse vídeo é o melhor clipe da carreira dela. Vale a pena assistir e ver de novo.
segunda-feira, 9 de março de 2009
O PORTUGUÊS É POP
Com essa visão o apresentador do caldeirão do Huck faz referência à popularidade da língua portuguesa e levanta a bandeira da reforma ortográfica. Para incrementar mais na terceira versão do Soletrando, um dos quadros de grande audiência de seu programa, dessa vez ele não aposta em escritores amadores como Tony Bellotto e Gabriel o pensador. Ele convida uma professora de peso, a bacharel em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Sandy Leah. Recém formada a cantora auxilia o professor Sérgio Nogueira na tarefa de assessorar os participantes conforme as regras gramaticais do português. A prática de soletrar é desconhecida pela ‘popstar’, porque ela não teve essas práticas no seu tempo escolar. Mas ela confessa que era “craque” em ortografia e até chamada de “dicionário ambulante” pelos colegas. Com certeza a mistura de Letras e Pop vai ser a grande arma para atrair a audiência do programa que este ano teve 400 mil inscritos. Nesta edição o Soletrando homenageará Monteiro Lobato e quem ganhar levará uma bolsa de R$ 100 mil reais. Esse quadro é de mui importância para o esclarecimento da reforma ortográfica e com a participação da graduada Sandy Leah mostrará que além de uma grande artista, ela também é uma grande professora, porque nada melhor do que alguém gabaritado para ajudar o professor Sérgio Nogueira. E quem pensava que a bacharel parou por aí, em 2010 ela pretende cursar uma pós-graduação ou um Mestrado e quanto à carreira musical no segundo semestre ela lançará seu álbum com inéditas de sua autoria, este será um exercício que ela colocará em prática referente ao seu curso, afirma a “nova” compositora ou letrista. Agora é só esperar as empreitadas de Sandy que dará muito que falar. Para encerrar cito uma frase de Luciano ao se referir à cantora: “Sandy é a imagem do POP”.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
THEATER CRITICAL AND MONA LISA SMILE

Um dia me perguntaram o que eu queria SER quando chegasse à idade adulta e eu numa piscadela só respondi: “Eu quero SER grande”. SER grande significa não ter medo de repressões, de defender suas convicções e ideais sem se melindrar.
Ao estudar crítica teatral percebo o quanto é árduo e duro essa profissão, pois, muitas vezes, somos mal interpretados. Mas, afinal que ideal é esse que aprendemos se quando opinamos sobre quaisquer assuntos somos levados a recuar??? Anos 50?? Ditadura Militar?? A resposta para todos esses questionamentos está na ousadia de sermos quem somos e nunca duvidarmos disso. Se cada crítico ou juiz de futebol fosse dar ouvidos para tudo que dizem, eles estariam desempregados. O fato é que não devemos temer o SER ou não SER e sim seguir nossos instintos. Ao recordar de tais palavras cito o filme “Mona lisa Smile” onde em 1953, quando o papel das mulheres era rigidamente definido, a professora de história da arte Katherine Watson (Julia Roberts) começa a lecionar na famosa faculdade feminina Wellesley College, que apesar de sua reputação acadêmica é um ambiente onde o sucesso é medido pelo casamento das alunas. Encorajando estas mulheres a lutarem por um futuro melhor, Watson desafia a administração e inspira suas alunas a olhar além das imagens e considerar as possibilidades do que elas poderiam SER.
Com isso, terei mais minúcia acerca desse assunto – Crítica Teatral, pois alguém já disse que ela é a memória do teatro. Estudarei, aprenderei, mas não por medo de me dizerem o que eu SEREI, DIREI ou FAREI, mas pela gratificação de investigar mais sobre esse assunto tão polêmico.