
Era num velho alçapão onde tudo ocorria.
Sonhos,
Suspiros,
Anseios,
e muita magia.
Pintura de tinta, desenho que pinta, contornos fazia.
Laranja,
Amarelo,
Verde,
Azul,
Violeta,
Anil,
um arco-íris multicoloria.
Papiro sagrado, pigmentos torneados, uma arte recria.
Florença,
Paris,
Portugal,
Veneza,
Recife,
Em todo lugar pertencia.
Numa brincadeira, numa viagem, ela partia.
Príncipes,
Soldados,
Poetas,
Artistas,
Era tanta imaginação que se divertia.
Uma aquarela das mãos daquela que tem muita sabedoria.
Em folhas,
Em nuvens,
No barco,
No céu,
No papel escrito pelos lápis de Sofia.
3 comentários:
Belo, Diego! A rima sugere uma ida sem fim ("ia"), seja chuva ou sol, avançando sempre, como poeta, como gente. Os lápis de Sofia podem desenhar o Universo. Parabéns por mais este reencontro com sua(s) arte(s). Abração.
Parabéns Diego, pelo resgate do que nunca se perdeu, porque sempre será sua: sua(s) arte(s) de artista! Abração
Acho que posso dizer de verdade, que foi feita pra mim. Amei, amei, amei. Vi a Sofia criança aventureira. Gosto disso. E gosto de vc está escrendo e reinventando o mundo.
Beijos doces.
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